Clipping - Edição 1
























Confiança da indústria bate em março maior nível desde janeiro de 2014

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) aumentou para 54 pontos em março, ante 53,1 pontos em fevereiro, divulgou nesta sexta-feira a Confederação Nacional da Indústria (CNI). É o maior nível para o indicador desde janeiro de 2014.

Nessa pesquisa, resultados acima dos 50 pontos indicam otimismo. O Icei é dividido em dois componentes, um relativo às condições atuais da economia e outro relativo aos próximos seis meses.

O indicador que mede a percepção sobre a situação atual saiu de 44,7 pontos em fevereiro para 46,3 pontos em março. Já aquele relativo às expectativas passou de 57,5 pontos para 58 pontos.

Na separação por segmento industrial, o mais otimista é a indústria de transformação, com 54,6 pontos em março, ante 53,8 pontos em fevereiro. Já a indústria extrativa teve um Icei de 53,4 pontos neste mês frente a 52,6 pontos no mês passado. Em relação à indústria da construção civil, o Icei passou de 50,9 pontos para 52,1 pontos no mesmo período.
(Lucas Marchesini | Valor)
Por Lucas Marchesini | Valor
 
 
 

Contribuições ao Sebrae e ao Incra após a Emenda Constitucional 33/2001 - Base de Cálculo

O Supremo Tribunal Federal está para julgar os RE 603.624 e RE 630.898, em sessão do Plenário, onde será analisada a constitucionalidade das Contribuições ao SEBRAE e ao INCRA, respectivamente, após a Emenda Constitucional 33/2001.

As mencionadas contribuições são devidas pelas empresas de médio e grande porte, à razão de 0,6% ao SEBRAE, e 0,2% ao INCRA (para a maioria das atividades econômicas), ambas incidentes sobre a folha de salários.

Vale a pena saber mais sobre estes pontos para uma discussão jurídica.




Mais de 3 décadas após 'Vale da Morte', Cubatão volta a lutar contra alta na poluição

por Camilla Costa
Quando a reportagem da BBC visitou Cubatão - o primeiro polo de indústrias pesadas do Brasil - em 1981, o mundo testemunhou os efeitos devastadores da poluição atmosférica...Fumaça preta e amarela saía das chaminés dia e noite. Na Vila Parisi, bairro residencial de baixa renda próximo a indústrias de petróleo, fertilizantes e metais, nasciam crianças com graves malformações nos membros e no sistema nervoso. Pelo menos 37 nasceram mortas devido a problemas como a anencefalia, a falta de cérebro.

Apontada pela ONU como a cidade "mais poluída do mundo", Cubatão ficou conhecida globalmente como "Vale da Morte". O químico Osmar Gomes, gestor de projetos do Centro de Capacitação e Pesquisa em Meio Ambiente (Cepema) da USP, se lembra bem de suas primeiras impressões quando chegou à cidade, em 1986."A qualidade do ar era bem ruim. Era difícil respirar e os olhos ficavam avermelhados.

A condição que se encontrava na Serra do Mar me chamou atenção. Havia muitas áreas claras, muitas plantas sem folhas em função da chuva ácida. Sentíamos cheiro de amônia e se via muita fuligem nas ruas", disse à BBC Brasil. Apenas 10 anos depois, no entanto, Cubatão foi reconhecida na Conferência sobre o Meio Ambiente da ONU, Eco-92, como símbolo de recuperação ambiental. Com a imposição de medidas de controle, como instalação de filtros nas chaminés, as emissões de poluentes chegaram a cair 90% e, com elas, os números de pessoas com doenças respiratórias e de bebês comprometidos.




Minério de ferro retrocede e fica abaixo dos US$ 85

Por Renato Rostás

Dúvidas quanto à sustentação do crescimento chinês e declarações de próprias autoridades do país quanto ao mercado siderúrgico local levaram o minério de ferro de volta a nível abaixo de US$ 85.

Ontem, o produto com teor de 62% de ferro fechou cotado em US$ 84,99 por tonelada no porto de Qingdao, segundo o índice da "Metal Bulletin".

Um patamar tão baixo não era observado desde 9 de fevereiro e representou o quarto dia consecutivo de baixa. Mesmo assim, a commodity ainda conserva valorização acumulada de 7,8% em 2017 e ostenta a maior média trimestral desde o terceiro trimestre 2014. Até agora no primeiro trimestre a média de preços encontra-se em US$ 85,98.

Leia Mais
1. Cotação do minério de ferro sobe quase 20% no ano puxada pela China
2. Preços de minério de ferro e gasolina puxam elevação do IGPM
em janeiro
3. Minério de ferro é destaque em ano de alta generalizada
Durante a semana, a China Iron & Steel Association (Cisa) que
representa as siderúrgicas do país afirmou que o mercado doméstico de aço parece estar se enfraquecendo. Além disso como as margens das usinas se elevaram bastante recentemente, haveria pouco espaço para novas rodadas de alta nos preços do aço.

Recentemente, os preços de minério e aço andam de mãos dadas, com a alta de um sustentando o avanço de outro.

O governo chinês também afirmou que as justificativas em fundamentos econômicos também não explicavam mais o alto nível das cotações do aço. A China já produz bem mais do que consome e tem capacidade para fabricar ainda mais, o que é um obstáculo natural para reajustes.

Ontem, os contratos com vencimento em maio do aço laminado a quente recuaram 3,7% na Bolsa de Futuros de Xangai, para 3.358 yuans (US$ 487,30) a tonelada, enquanto o vergalhão do mesmo mês registrou desvalorização de 3,4%, para 3.405 yuans.

O limite para ganho de rentabilidade das siderúrgicas chinesas já começou a se refletir na produção. Segundo a Worldsteel Association, entidade que reúne dados dos 67 principais países do mundo no setor, a China fabricou 61,2 milhões de toneladas de aço bruto em fevereiro. Apesar de o volume significar alta de 4,6% em comparação anual, representa uma forte queda de 8,9% sobre janeiro.

O Valor fez um levantamento com 18 instituições financeiras e a média de projeções dos analistas para a cotação do minério de ferro é de US$ 62,60 em 2017. Até o fim do ano, o Julius Baer, mais pessimista, vê o insumo atingindo US$ 50 e o J.P. Morgan, mais otimista, estima US$ 66.



 
O ICMS NA BASE DE CÁLCULO DO PIS E COFINS

Os  ministros do Supremo Tribunal Federal em julgamento do RE com repercussão geral, decidiram por maioria de 6 x4 que o valor do ICMS não deve ser incluído na base de cálculo do PIS, bem como na base de cálculo da Cofins, ou seja, o ICMS deve ser excluído das respectivas bases de cálculo.

Por outro lado, vale informar também que não ocorreu a tal modulação, isso porque  não havia nos Autos do Processo - pedido para modular. Assim sendo, os contribuintes que não ingressaram em juízo requerendo tal exclusão do ICMS, podem requerer de imediato  a devolução dos valores pagos indevidamente dos últimos 05(cinco) anos. No que tange os pagamentos futuros, acredito que não mais haverá tal inclusão do ICMS.

Venha conversar conosco sobre esse tema .Estamos à disposição para auxiliá-los e patrocinar a ação de imediato.


Este clipping foi elaborado por Dr.Lucas Alves Lemos Silva, Dra.Larissa Torhac e Dra.Ana Lucia Lunardi, com coordenação e revisão de Dra.Claudia Petit Cardoso

0 comentários:

comentários